O ministro da Economia, Vieira da Silva, admitiu, esta terça-feira, no parlamento, a existência de «problemas» na execução do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), que define a forma de aplicação das verbas comunitárias no país.
Na sua intervenção junto dos deputados da comissão parlamentar de Assuntos Económicos, Vieira da Silva começou por sublinhar que, «em Portugal, estamos acima da média na execução do QREN agregado sob qualquer indicado».
No entanto, após uma intervenção do deputado Pedro Saraiva, que recordou que Portugal fechou três anos de QREN (2007, 2008 e 2009) com uma taxa de execução agregada de 9,1 por cento, o ministro admitiu que há «problemas na execução do QREN», sublinhando, no entanto, que isso «é uma coisa diferente de se dizer que há problemas em quase todo o normativo».
«Nós defrontamos problemas próprios que temos de corrigir mas a explicação é a que se aplica aos outros países: há uma ligação clara entre a evolução do investimento na UE e a execução do QREN», justificou Vieira da Silva, citado pela edição online do i.
Na sua intervenção junto dos deputados da comissão parlamentar de Assuntos Económicos, Vieira da Silva começou por sublinhar que, «em Portugal, estamos acima da média na execução do QREN agregado sob qualquer indicado».
No entanto, após uma intervenção do deputado Pedro Saraiva, que recordou que Portugal fechou três anos de QREN (2007, 2008 e 2009) com uma taxa de execução agregada de 9,1 por cento, o ministro admitiu que há «problemas na execução do QREN», sublinhando, no entanto, que isso «é uma coisa diferente de se dizer que há problemas em quase todo o normativo».
«Nós defrontamos problemas próprios que temos de corrigir mas a explicação é a que se aplica aos outros países: há uma ligação clara entre a evolução do investimento na UE e a execução do QREN», justificou Vieira da Silva, citado pela edição online do i.