QREN

O Quadro de Referência Estratégico Nacional constitui o enquadramento para a aplicação da política comunitária de coesão económica e social em Portugal no período 2007-2013

POPH

A prioridade do POPH é em primeira linha a de contribuir para superar o défice de qualificações da população portuguesa, vencendo aquela que é uma das maiores debilidades do nosso capital humano.

Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

Vieira da Silva fica na Economia e "rouba" o QREN

António Vieira da Silva, o até agora ministro responsável pelas políticas sociais, vai transitar para o Ministério da Economia e deverá levar consigo a responsabilidade de coordenação política do QREN, até agora na tutela do Ambiente.
Desde sempre dado como indefectível no novo Governo, Vieira da Silva chegou a ser falado para o Ministério das Obras Públicas, mas acaba por ficar no lugar que estava interinamente a ser preenchido por Teixeira dos Santos – que se mantém como Ministro das Finanças – depois da demissão forçada de Manuel Pinho.
A transição para a Economia deverá coincidir com um reforço do peso político do Ministério, para o qual deverá transitar a tutela do Quadro de Referência Estratégico Nacional, que, com os mais de 21 mil milhões de euros prometidos por Bruxelas, é o mais poderoso instrumento de modernização, sobretudo num País endividado que terá de regressar em breve à rota do saneamento das finanças públicas.
Há já alguns meses que o Ministério do Trabalho de Vieira da Silva entrara em rota de colisão com o Ambiente por divergências de fundo sobre a orientação do QREN. Vieira da Silva defendia que os apoios comunitários deveriam ser reorientados para acudir à recessão em que mergulhou o País – com mais linhas para as empresas e para programas de formação dirigidos aos desempregados. Já no Ambiente se insistia que o QREN é um instrumento para estimular uma mudança “estrutural” da economia portuguesa, e não para apagar fogos “conjunturais”.
in jornal de negócios

Terça-feira, 10 de Novembro de 2009

PO Centro lança 3 concursos

O Programa Operacional Regional do Centro lança três concursos no âmbito da Energia e Promoção da Cultura Científica e Tecnológica.

Promoção da Cultura Científica e Tecnológica e Difusão do Conhecimento
Prazo para candidaturas: de 12 de Outubro a 20 de Novembro de 2009

Energia - Projectos de Investimento em Unidades Autónomas de Gás (UAG’s) inseridas no âmbito do sistema de abastecimento de gás natural
Prazo para candidaturas: de 1 de Outubro a 27 de Novembro de 2009

Energia - Iniciativas-piloto inovadoras de produção (através de fontes renováveis) e de utilização racional de energia
Prazo para candidaturas: de 1 de Outubro a 30 de Dezembro de 2009

Para mais informações, visite o site do PO Centro.

Segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

PO Alentejo prorroga prazo

O Programa Operacional Regional do Alentejo prorroga prazo do concurso Promoção da Cultura Científica e Tecnológica e Difusão do Conhecimento.
Prazo para candidaturas: de 15 de Setembro a 23 de Novembro de 2009
Para mais informações, visite o site do PO Alentejo.

Domingo, 8 de Novembro de 2009

PO PH abre período de candidaturas

O Programa Operacional Potencial Humano abre período de candidaturas no âmbito dos Cursos Profissionais, Estágios Profissionais e Contratos Locais de Desenvolvimento Social.

Cursos Profissionais
Prazo para candidaturas: de 26 de Outubro a 30 de Novembro de 2009

Estágios Profissionais na Administração Pública Local
Prazo para candidaturas: de 3 de Novembro a 30 de Novembro de 2009

Contratos Locais de Desenvolvimento Social
Prazo para candidaturas: de 2 de Novembro a 2 de Dezembro de 2009

Para mais informações, visite o site do PO PH.

Saiba se a sua empresa é uma PME

Para efeitos de comprovação do estatuto PME, as empresas deverão registar-se no site do IAPMEI para obtenção da Certificação Electrónica prevista no Decreto-Lei nº 372/2007, de 6 de Novembro.
O Quadro de Referência Estratégico Nacional assume como grande desígnio estratégico a qualificação dos portugueses e das portuguesas, valorizando o conhecimento, a ciência, a tecnologia e a inovação, bem como a promoção de níveis elevados e sustentados de desenvolvimento económico e sóciocultural e de qualificação territorial, num quadro de valorização da igualdade de oportunidades e, bem assim, do aumento da eficiência e qualidade das instituições públicas.