O Estado injectou 801 milhões de euros na economia portuguesa no âmbito do novo quadro comunitário (QREN), anunciou esta segunda-feira o ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional, a que corresponde uma taxa de execução de 3% (face ao programado até 2013)
Em conferência de imprensa, Francisco Nunes Correia, disse que entre reembolsos e adiantamentos, já chegaram aos bolsos das empresas portuguesas 801 milhões de euros, até 31 de Março.
Entre 2007 e 2013 está prevista a injecção de 21,5 mil milhões de euros de fundos comunitários na economia portuguesa, pelo que até agora foi autorizada despesa de cerca de 3%. No entanto, olhando para os pagamentos feitos face aos aprovados, então o rácio de execução é já de 16%.
Um ano após os primeiros projectos terem sido aprovados, 24% das verbas do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) estão comprometidas, garantiu Nunes Correia, correspondentes a 5.87 milhões de euros de dinheiros comunitário, para distribuir por 13.900 candidaturas aprovadas.
«Os indicadores mostram que estamos claramente dentro da margem de segurança», disse o secretário de Estado Rui Baleiras, depois do ministro ter referido que Portugal está «muito adiantado», no quadro europeu, na atribuição das verbas comunitárias.
Entre 2007 e 2013 está prevista a injecção de 21,5 mil milhões de euros de fundos comunitários na economia portuguesa, pelo que até agora foi autorizada despesa de cerca de 3%. No entanto, olhando para os pagamentos feitos face aos aprovados, então o rácio de execução é já de 16%.
Um ano após os primeiros projectos terem sido aprovados, 24% das verbas do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) estão comprometidas, garantiu Nunes Correia, correspondentes a 5.87 milhões de euros de dinheiros comunitário, para distribuir por 13.900 candidaturas aprovadas.
«Os indicadores mostram que estamos claramente dentro da margem de segurança», disse o secretário de Estado Rui Baleiras, depois do ministro ter referido que Portugal está «muito adiantado», no quadro europeu, na atribuição das verbas comunitárias.