Nada de aumentar a regulação, melhorar o mercado imobiliário nem nacionalizar os bancos. A solução para a actual crise financeira internacional está em uma trajectória de inovação tecnológica e descarbonização da economia. Ou isso, ou um conflito bélico de proporções da Segunda Guerra Mundial, acompanhado de medidas protecionistas e atrasos económicos.
A visão particular sobre os problemas financeiros globais é compartilhada pelos professores José Eli da Veiga, e Sérgio Besserman Vianna. Em evento promovido pelo Instituto Ethos, ambos mostraram um ponto de vista diferente do consenso, no qual uma boa solução para a crise significa mais uma aproximação ao desenvolvimento sustentável e à cooperação internacional do que à resolução de problemas pontuais.
"Os diagnósticos actuais da crise continuam muito precários e superficiais. A idéia de que a crise teve a ver estritamente com a bolha imobiliária é tão superficial quanto imaginar que um incêndio decorre do pavio. A idéia de que ela decorre de problemas de regulação é, no mínimo, acaciana", argumenta Sérgio Besserman Vianna.
"Os diagnósticos actuais da crise continuam muito precários e superficiais. A idéia de que a crise teve a ver estritamente com a bolha imobiliária é tão superficial quanto imaginar que um incêndio decorre do pavio. A idéia de que ela decorre de problemas de regulação é, no mínimo, acaciana", argumenta Sérgio Besserman Vianna.
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